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16 de Julho de 2018

Jurídico Certo agora é Jusbrasil

Rafael Costa, Advogado
Publicado por Rafael Costa
há 2 meses

Jusbrasileiros, estamos muito felizes em comunicar que o Jurídico Certo, maior plataforma de correspondentes do país, acaba de se juntar ao Jusbrasil. Consideramos esse um evento importante no cenário das Legaltechs — startups de tecnologia voltadas ao mundo jurídico — e acreditamos que trará excelentes resultados para os advogados e para a sociedade, fortalecendo o ambiente de inovações no mercado jurídico.

Um pouco mais sobre o Jurídico Certo

Nascido em 2013, o Jurídico Certo ajuda advogados de todo o Brasil a se conectarem. Diligências, audiências, elaboração de peças e outros serviços de profissionais para profissionais ficam a um click de distância. Pela plataforma é possível encontrar, contratar e acompanhar o serviço de milhares de advogados cadastrados.

É uma ferramenta importante para os escritórios, otimizando processos e o fluxo de trabalho; importante para os advogados prestadores dos serviços, por conectá-los à maior rede de advogados contratantes do país; e importante para a sociedade, pois uma advocacia mais eficiente significa mais acesso à justiça.

Por que o Jurídico Certo? 3 motivos importantes

Há muitas sinergias entre o Jurídico Certo e o Jus, o que tornou a união algo natural. A primeira delas é que nossas missões são congruentes - o Jusbrasil tem como objetivo conectar o cidadão com a justiça através de informação e de uma advocacia mais forte. O Jurídico Certo é especialista em criar conexões e um dos atores mais bem posicionados para ajudar no fortalecimento da advocacia, por cobrir uma parte relevante do fluxo de trabalho (workflow) do advogado.

Outro ponto é que o Jurídico Certo se encaixa perfeitamente na visão do produto que estamos montando. E aqui, atenção, spoiler alert! Se você não quer estragar a surpresa, pule esse parágrafo :-). Estamos trabalhando para transformar o atual Escritório Online do Jusbrasil, onde advogados se conectam com potenciais clientes, em uma ferramenta muito mais robusta, que cobrirá todo o fluxo de trabalho do advogado, desde as conversas preliminares com potenciais clientes até a entrega do serviço e gerenciamento do escritório. Já estamos trabalhando nisso há quase um ano e lançaremos em breve. O Jurídico Certo será parte importante dessa nova plataforma.

Por fim, mas definitivamente não menos importante, Jusbrasil e Jurídico Certo têm o que chamamos no mundo das start-ups de "fit cultural" - compartilhamos, como empresas, muitos valores e gostamos de fazer as coisas de forma parecida. Com o Jusbrasil prestes a completar 10 anos de vida, acompanhamos de perto o trabalho do Jurídico Certo, desde seu começo. Sabemos o quão difícil é chegar onde chegaram, bootstrapped (com investimento inicial mínimo). O Jurídico Certo é, acima de tudo, um timaço, de pessoas competentes e bem intencionadas que, assim como nós, querem melhorar o Brasil sem pegar atalhos.

E agora, o que esperar?

De saída, a ideia é estender os benefícios da duas plataformas a todo o universo de seus usuários, sem cobrar a mais por isso.

A médio prazo, a plataforma Jurídico Certo será parte importante da nova experiência do Escritório Online, mas essa integração completa dos produtos levará um tempinho a mais.

Teremos novidades em breve ;-)

Abaixo, entenda como funcionará a mudança para quem é usuário de cada uma das plataformas:

57 Comentários

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Sou cadastrada nos dois.
Tenho e tive retorno em ambos.
Mostre segurança para o seu cliente, seja firme nas tratativas, valorize seu capital intelectual.

Os convites e ofertas, quando baixos, simplesmente rejeitos-os e ainda dou uma aula de Ética e de Prerrogativas ao imprudente.
Chego a ser chata (na verdade, mais chata de que sou), mas não abro mão de trabalhar com a Tabela da OAB.

Se você, caro colega, fizer o mesmo, acontece o jargão das Organizações Tabajara: SEUS PROBLEMAS ACABARAM! continuar lendo

Fátima, como você consegue? Eu assinei o Jurídico Certo e desisti pq simplesmente não conseguia diligências. Não é um sistema de rodízio e muito provavelmente leva quem oferecer menos.

abraços. continuar lendo

idem a Juliana, eu desisti dos dois, não tenho clientes na área que atuo e quando tem querem de graça --' continuar lendo

Juliana,

Também faço atendimentos pelo Jurídico Certo. E fiz solicitações de serviços também.
A opção na contratação é do cliente, sendo que o mesmo recebe todas as respostas de interessados em realizar a diligência.
Não há rodízio. Há, sim, agilidade e convencimento direto do contratante.
O JC apenas faz a interligação entre as partes. continuar lendo

Excelente Doutora! Sigo o mesmo pensamento! continuar lendo

Que bom; espero que tenham muito sucesso nessa parceria!
Um bom dia para ti Rafael, e para todos do JusBrasil! continuar lendo

Sou inscrito nos 2 sistema, pago mensalmente pelos 2 serviços... Como devo proceder??? continuar lendo

@alexandrebrunomendes, maravilha. Obrigado por utilizar nossos produtos. Assim que concluirmos a 1a fase da integração, você precisará de apenas uma assinatura, do mesmo valor, e terá acesso às duas plataformas. Essa primeira integração deve acontecer dentro de um mês. continuar lendo

Acabei de fazer minha inscrição no Jurídico Certo. Espero que dê retorno! Abraços à Equipe do Jusbrasil e obrigada por compartilhar essa novidade continuar lendo

Espero que o Jurídico Certo melhore com o JusBrasil e não que o JusBrasil se torne uma ferramenta de desvalorização da advocacia, como o Jurídico certo. continuar lendo

Acredito que a desvalorização atribuída aos sites nunca vêm deles mesmos. Na verdade são plataformas que conectam pessoas. E são as pessoas que acabam desvalorizando a atuação dos profissionais. Advogados que negociam (fazem e aceitam) propostas aviltantes são os responsáveis pela desvalorização. Atribuir a culpa às plataformas é um erro comum. É como atribuir ao mundo a culpa pela desvalorização da advocacia. O mundo e a plataforma são meios (ambientes), são pontos de encontro, o resto quem faz são os humanos. continuar lendo

Concordo demaiis. Na medida em que se produz um site, pode-se estabelecer paradigmas de valores e impedir o perpetuamento desenfreado de se fazer uma audiência por R$ 15,00. continuar lendo

@luciaguimaraes Quem deve decidir o preço praticado é o próprio mercado. Atribuir á plataforma o dever de implantar um piso "salarial" foge um pouco ao razoável. Utilizando um paralelo, seria como se o home broker usado para negociar ações em bolsa no mercado, tivesse o dever de definir os preços.

Esses preços muito baixos não são realizáveis a médio prazo e com pouco volume. Em pouco tempo alguém que cobra 15 reais para uma audiência tende a entregar resultados ruins, pois precisa ganhar no volume e não na qualidade. A própria plataforma, através do sistema de avaliação eliminaria esse prestador da base, por conta das avaliações negativas.

São poucas as audiências em que 15 reais são suficientes para cobrir sequer as despesas de deslocamento. Na média, a projeção é que os valores negociados via legal techs como o Jurídico Certo correspondam a serviços prestados dentro de um padrão mínimo, graças ao sistema de avaliação.

O binômio pagar pouco e entregar muito sempre vai existir e cabe aos profissionais que decidiram trabalhar por conta própria, encontrar uma solução possível que os faça lucrar e gerar boas avaliações. A isto denomina-se risco do negócio.

Esse risco vale para quem contrata pagando pouco também, ou seja, quem paga pouco assume o risco de levar um prejuízo ou não ver sua demanda concluída.

Não acredito que a simples formulação de uma tabela pela OAB, indicando os valores mínimos para determinado serviço, sem necessariamente entregar junto a qualidade, resolva o cerne da questão.

O profissional que vai seguir na plataforma, é aquele que sabe precificar o trabalho de acordo com a complexidade e duração, cobrando o justo. Quem quiser pagar menos, vai voltar a plataforma e contratar outro, pagando mais para alguém que realmente resolva. continuar lendo

Com certeza, o profissional é o primeiro e principal responsável pela valorização do seu trabalho. Ao advogado recai o dever de valorização dos seus serviços (individualmente) e, por consequência, de toda a classe. Por isso, não podemos colocar toda a culpa em empresas como a Jusbrasil e a Jurídico Certo.

Entretanto, também não podemos seguir acreditando que a Jusbrasil e a Jurídico Certo, essas novas ferramentas jurídicas com um poder gigante, sejam meras intermediárias que, tão somente, conectam pessoas.

Cada dia que passa essas ferramentas oferecem mais serviços, inserem-se no dia a dia do advogado e facilitam a atividade jurídica. Estou certo de que jamais voltaremos ao "status quo", pois tais tecnologias somente caminham pra frente, cada vez mais se firmando como essenciais para a atividade do advogado e de todos os operadores do direito.

Exatamente por isso, é inegável que essas ferramentes assumem (ou deveriam assumir) a responsabilidade social pelos serviços que proporcionam.

Com grandes poderes, surgem grandes responsabilidades!

São as empresas que oferecem essa tecnologia que ditam as "regras" de como as ferramentas serão utilizadas. O cadastro é feito "dessa forma", o contato do cidadão com o advogado é feito "daquela forma", o trajeto do cliente inicia "aqui" e termina "ali", etc.

É claro que é possível inserir, nesses caminhos, formas de proteção à valorização da advocacia. É completamente possível inserir filtros e ferramentas que, no mínimo, tornem mais difícil a desvalorização da classe.

É isso que essas empresas precisam perceber e aplicar, pois elas já possuem um grande poder na relação entre advogado e cliente ou advogado e correspondente e esse poder irá aumentar cada vez mais.

Portanto, a Jusbrasil e a Jurídico Certo precisam assumir esse "dever social", essa responsabilidade, pois somente elas têm esse poder de inserir, no site e serviços, as ferramentas capazes de auxiliar na valorização da advocacia. continuar lendo

Gosto muito e acompanho o Jusbrasil nas redes. Vamos aguardar essa parceria. continuar lendo